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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Introdução: Este trabalho

Reunimos no dia 27 de julho, nós, os quatorze participantes
da oficina “A Arte da Escrita”, para o início das
atividades. Já no dia seguinte, debatíamos sobre o trabalho
a ser feito para a Mostra das Oficinas, e resolvemos, todos
nós, fazer um trabalho em conjunto. Mas o quê? No dia 26,
muitos dos participantes da oficina tinham participado do
Encontro das Juventudes, dirigido pelo professor Juarez
Dayrrel, com debates reunidos na “Carta das Juventudes
do Vale do Jequitinhonha”. A ideia era ampliar um pouco
o texto, inserindo “Denúncias” (parte I), atitudes que estão
dando certo (“parte II: O que está dando certo”) e ainda as
atitudes que precisam ser tomadas urgentemente (“parte
III: O que deve ser feito com urgência”). O resultado foi
este livrinho que o leitor agora tem em mãos. Esperamos
que gostem. [Padre Paraíso, 30 de julho de 2010.]

Adendo. Os textos foram todos escritos nos dias 29 de
julho, sendo que alguns apenas iniciados no dia 28 e outros
finalizados no dia 30; ainda no dia 30, nós digitamos,
corrigimos e diagramamos os textos; além de três ensaios
com os declamadores, encarregados de apresentarem os
doze textos para o público da Mostra das Oficinas, que
aconteceu na manhã de sábado, dia 31, na Câmara Municipal
de Padre Paraíso; antes da leitura, fora feita a primeira
impressão do Manifesto, com vinte exemplares, após o
evento mais oito. Quero agradecer encarecidamente a todos
que nos ajudaram. [Pedra Azul, 1o de agosto de 2010.]

Luís

texto 1: A violência

Violência é o ato de agredir às pessoas. As maiores vítimas
são as crianças, adolescentes e as mulheres, eles estão,
a qualquer momento, sujeitos a esses atos detestáveis,
que não tem dia nem hora para acontecer, basta dois ou
mais corpos se cruzarem e logo o bate boca prever.

A violência não está sujeita somente à miséria
Nem tampouco à pobreza
Mas também está ligada à nobreza;
Pois as vezes sofrem do mesmo jeito
Deixando assim as famílias na tristeza
O grande fator da violência
É o machismo sem fim
O homem acha que tem poder
Sobre você e sobre mim
O maior problema no Brasil
É a violência sexual
Que acontece entre um adulto e uma criança.
Estamos denunciando para que esse problema
Fique apenas na lembrança
Temos a pedofilia, o estupro e a sedução.
O desgraçado que faz isso
Não tem amor no coração.
A juventude se une para elaborar
Estratégias para enfrentar o grande problema do mundo,
Pois a violência é um tema muito profundo.
Em muitas cidades do mundo
Tem violência por todo canto.
Homem batendo em mulher
Sem uma explicação qualquer.
Temos que acabar de vez com esse problema horroroso,
Tenha atitude, faça sua parte,
Seja um cara corajoso

Andréia

texto 2: Despreparo dos jovens com relação à sexualidade

Quando se fala em sexualidade, a primeira coisa que vem
à cabeça é o ato sexual, mas sexualidade engloba muitos
outros assuntos, e assuntos sérios, diga-se de passagem,
como por exemplo: as transformações do corpo, gravidez
na adolescência, doenças sexualmente transmissíveis, opção
sexual, entre vários outros, mas sem dúvida, o sexo é
o ponto chave, pois todos os outros pontos provêm dele ou
caminham para ele.

A maioria dos jovens têm o sexo como uma prova de
liberdade. Acham que o ato sexual em si transforma-os em
homens e mulheres, mas, na verdade, muitas vezes o ato
é que prova a infantilidade, pois na maioria das vezes é
praticado de forma irresponsável.

Todo ato tem consequência, porém o jovem tem mania
de achar que nada acontece com ele, que ele é imune a
tudo. E justamente por essa irresponsabilidade sexual, que
podemos observar um grande número de jovens grávidas
e a proliferação das DSTs entre os jovens.

A maioria se deixa levar por um rosto bonito ou corpo
atraente. O sexo se transformou numa brincadeira, numa
disputa e deixou de ser um ato de amor. Às vezes, até usam
a desculpa do amor para fazer sexo sem proteção e logo em
seguida praticam a falta de amor realizando um aborto.

Sexo é um tema discutido por todas as raças, classes e
idades em todos os lugares, quebrando tabus e preconceitos,
hoje discutido de forma mais aberta do que há anos
atrás, como no tempo de nossos pais e avós, mas naquele
tempo, sexo era tratado com mais seriedade.

Os trabalhos de educação sexual vêm sendo feitos praticamente
em todo o país, começando das escolas que
ensinam da puberdade às DSTs, as equipes de saúde que
promovem palestras, distribuição de preservativos e anticoncepcionais,
mas o trabalho principal deve partir da própria
família, orientando os jovens, mas deixando-os livres
para fazer suas escolhas. Numa família deve haver diálogo
e espaço para uma conversa franca. Geralmente todas as
famílias dizem se compreender, dialogar, resolver os problemas
dentro do âmbito familiar, mas o que aconteceria
se você agora chegasse para os seus pais e dissesse “Estou
grávida” ou se seu filho dissesse pra você “Sou homossexual”.
Qual seria a sua reação?

A todo instante podem ser vistas campanhas no rádio,
televisão, jornais e internet que falam da prevenção de
DSTs, contra homofobia, contra aborto e ao mesmo tempo
convivemos com o apelo sexual nas propagandas, na música,
nos filmes e novelas, o que acaba causando uma confusão
na cabeça dos jovens. É melhor seguir o que parece
certo ou o que está na moda?

Alana

texto 3: Despreparo das autoridades policiais

Devido às abordagens violentas, modo de falar indevido,
forma de tratamento incorreta, alguns policiais têm sido
afastados de seus cargos, mas isso não é suficiente; o modo
como o jovem é tratado por essas autoridades, pode deixar
seqüelas, não apenas físicas, mas também psicológicas, o
que torna o caso ainda mais preocupante.

Muitas vezes, há um determinado grupo de jovens se
divertindo à noite, e alguns policiais de aproximam com
“Quatro pedras nas mãos”. O que esses policiais passam
para os jovens? Que lição eles pensam que estão dando?
Não é apanhando que o jovem vai deixar de fazer isso ou
aquilo; pelo contrário, ele pode se revoltar e até mesmo
entrar para a vida do crime, para se vingar daqueles policiais.

Essas autoridades têm que ter sim, um preparo físico,
mas não apenas isso também tem que ter um preparo psicológico
para saber lidar com as mais diversas situações,
especialmente com a juventude, que é um obstáculo para
qualquer autoridade. Por isso, a importância do preparo
psicológico; isso irá favorecer não apenas ao jovem ou a
autoridade, mas a toda população que será favorecida com
policiais preparados, jovens mais bem tratados e uma sociedade
mais segura.

Jovens e autoridades podem ter um convívio sociável,
melhorando a forma de tratamento, utilizando mais o diálogo
e menos a agressão. Pensando no próximo como em
você mesmo, é uma saída para mudar essa situação.

Anniely

texto 4: Falta de estrutura dos serviços públicos

Que tristeza ao tentar declamar
Com minhas palavras irei
Me decepcionar!

Que lástima a forma como
As coisas acontecem, não dão
Importância as crianças
Que crescem.

Nos hospitais muitos corrompem
O povo em vez de o salvar
Mães com seus filhos ao nascer;
Sem estrutura fica
Difícil conceber

A vida, a luz, que triste,
Mas falo do nosso país

Queria mudar, queria
Nossa saúde em melhor
Lugar, os hospitais melhorar

E ao nascer, o dom da
Vida encontrar que bom
Seria! Mas me deixe
Sonhar.

Deise

texto 5: Despreparo dos educadores

Hoje em dia, tanto em escolas públicas, quanto particulares,
o sistema educacional continua tendo vários problemas.
Esse fato se deve à soma de várias falhas do processo
de formação dos educadores e em vários aspectos na vida
profissional deles.

A má remuneração dos professores não estimula a formação
de novos profissionais, esse mesmo problema dificulta
que os educadores se especializem e, quando especializados
proporcionem uma melhor educação aos alunos.

O próprio sistema educacional deveria adaptar o seu
currículo à comunidade onde está inserido, promovendo a
cultura e, ao mesmo tempo, enriquecendo os pontos que lá
não são trabalhados.

Os educadores deveriam citar, estimular e exigir, de forma
avaliativa, o respeito nas escolas, dessa forma poderiam
ser inseridas novas atividades, mais dinâmicas e artísticas,
como matérias obrigatórias para as escolas.

Henrique

texto 6: Falta de inclusão

Uma realidade que existe no Brasil há muito tempo é a
falta de inclusão, seja a de portadores de deficiência física
ou a digital. Falta em estabelecimentos seja privados, ou
governamentais, como por exemplo : escolas, acesso a cadeirantes,
ou pessoas com outras deficiências, em ônibus o
acréscimo de elevadores próprios e muitas outras coisas.

A inclusão digital é algo muito importante na vida de
muitas pessoas que não têm acesso a computadores, ligados
a rede que são ferramentas cruciais no mercado de trabalho,
e pesquisas escolares, etc.

A capacitação dos professores é também algo muito precário,
muitos deles não têm preparo para lidar com portadores
de deficiência tornando assim mais difícil o trabalho
em sala de aula.

Esse tema é muito falado no Brasil e no mundo, em novelas,
filmes, etc. Porém na realidade as mudanças não
acontecem.

Enfim, a falta de inclusão é uma dura realidade no Brasil,
portadores de deficiência, ou não, sofrem muito com isso;
precisamos todos nós tomar uma atitude para mudar essa
dura pena que muitos cidadãos pagam sem ter direito a
julgamento.

Jhony

texto 7: Descaso com o esporte e a cultura

Nossa juventude de hoje sofre com o descaso em duas
áreas que estimulam a disciplina: o esporte e a cultura.

No esporte, que liberta jovens do caminho das drogas e
da marginalidade, temos quadras mal acabadas, falta de
carro à disposição das delegações que vão participar das
disputas e falta de novas modalidades que reduzem a vontade
do jovem de praticar esporte. Sem falar dos projetos
aprovados para a construção de piscinas olímpicas e pistas
de atletismo, para as quais as verbas são liberadas, mas os
governantes se apoderam para outros fins. Enquanto isso, a
prática esportiva é abandonada e desmotivada.

E as quadras que foram construídas? Viraram esconderijos
de bandidos e de usuários de drogas, ou viraram “motéis”
improvisados. Cadê o zelo das prefeituras? Cadê as
políticas públicas para o esporte? É hora de mobilizar a
sociedade para exigir apoio à prática esportiva.

Agora... Paramos... Pensamos... Por que as prefeituras
investem pouco em cultura? Uma área que disciplina nossa
alma para reflexões, abrindo assim novas perspectivas,
mentalidades, idéias, concepções, uma nova filosofia que
pode revolucionar a humanidade.

Para se ter uma idéia, tem prefeitura que pega a verba
destinada à cultura, que devia ser repassada a grupos de folia
de reis, grupos de boi-de-janeiro, congados, escolas de
música, grupos teatrais, para aplicar esse dinheiro em festas
como vaquejadas, micaretas e forrós, enquanto a classe
cultural vive o sonho de ter um espaço.

Quanto mais a população vive sem cultura, mais voto o
governante mal intecionado terá.

Enquanto houver pouco teatro, nossa sociedade fará menos
reflexões sobre o cotidiano.

Enquanto somente investir em músicos de outros lugares,
nossos músicos viverão na miséria.

Enquanto não houver literatura, tampouco haverá espírito
crítico, ético e filosófico.

Enquanto não valorizarmos nossos artesãos, eles terão
que viver de outra renda, senão passam fome.

E enquanto não se prestigiar uma folia de reis, ou congado,
ou capoeira, ou boi-de-janeiro, estaremos renegando
nossas raízes.

Um povo sem cultura...Um povo morto.

Acordem, senhores governantes!

Washington

texto 8: Falta de coerência

Vejo jovens reunidos em movimento, lembrando-me
como o “FORA COLLOR” foi uma boa manipulação de
massa por interesses econômicos, antes que de classe.
Os jovens saíam de uma escola com faixas de frases tão
amontoadas que mal se viam suas mensagens, aliás, sua
unidade. Passavam pelas ruas militando por participação,
inclusão, investimento, ou seja, capital e capital. Mas será
que neles havia coletivização de ideias, consciência social,
coerência ideológica, e será que compreenderam o
que é capital social? Parecem-me vassalos bestializados,
movidos por louvor e recreação, com Hip-Hop criativo,
cantando palavras de ordem sem entendimento nem conceitos.

Debatem sexualidade como um maniqueísmo: bem e
mal, ser hétero ou ser gay na comunidade, na religião,
quando toda religião é homofóbica.

Fotógrafos, Fecaje, prefeitura, são pretexto para o populismo,
porque é isso que a juventude em passeata representou:
uma passarela, uma propaganda da política para a
cidade. Onde não há classe social o evento público cai no
ufanismo, e viramundo, sorrisos cheios de holofote, arte
para palco, Estado como fosse um playground, cultura
provinciana para consumir cana, além de pitar, independente
se legal, num evento cultural que lembra o hipódromo
descrito por Ovídio em “A arte de amar”, também,
descrito por Kerouac e Bukowski, quando consumiam o
capitalismo, tentando o criticar; a arte se enriquece com
um fundo de miséria, enquanto a massa é oprimida e canta
na praça.

Pensei que gritavam “JUVENTUDE MARXISTA”, e que
doce ilusão eu tive! Não por eu ser doutrinado em Marx que
me animei, mas porque imaginei alguma sombra de convicção
na garotada. Era dito apenas “JUVENTUDE PARTICIPA”
(e do quê?), tão óbvia constatação oral que chega a ser
pleonasmo social. Quem se entende no andado? E quem não
se entende? O conformismo é muito pesado. Palhaços, alegria
passadista, ser massificado, somos soldados esperando
saber, viver pela pátria e morrer sem razão. Desunidos pela
união social, unem-se os jovens sem ideologia, só com o idealismo
de outros.

Tudo é exuberante, muito colorido, muito democrático, é
show, quanto mais estão na frente do palco o povo (a maioria
de fora) dança, quanto mais à frente do espetáculo, com tanto
desarranjo na organização, o produtor cultural dança também,
mas, pelo menos, todos estão em cateretê, com a viola
falando alto no peito humano.

Em meio a oficinas, bailes de palavras, um culto a quem administra,
no silêncio historiográfico, somos apenas discentes
como se fôssemos gado, pelo consenso do dissenso, da ignorância,
pela unanimidade burra, que dança no espetáculo.

O que está em voga é fotografar, filmar o mínimo de uniformidade,
escrever – bajular, aplaudir e gozar, e beber, e pitar, personificando
e elogiando o que é público, mandado, deste mandato, do
partido no poder, do voto, negação do veto, fortalecendo o subjetivismo
social, confusão de simpatia e alegria com politização.

Todos estão docemente alienados, juventude de saia justa, festa
de casais, de cantigas e nada mais, banalizando a cultura de antes
bem esquecida, misturada a tanta demagogia, negação de coerência,
cordialismo, o discurso é só culto ao ócio, o que importa é o
barulho e os versos chavões, até porque o som está ruim.

Vitor

texto 9: Programas sociais de apoio aos jovens

Onde moramos, em Barra Nova II, comunidade rural de
Padre Paraíso, existem em funcionamento vários programas
sociais de apoio aos jovens. Alguns exemplos desses
programas são: PETI, Projovem, Alvo Certo, entre outros.

PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil: É um
programa que ajuda crianças e adolescentes de baixa renda que
sofrem algum tipo de exploração referente ao trabalho;

Projovem: É um programa mais cultural para jovens e
adolescentes, também de baixa renda social. Esse programa
é responsável pelo resgate cultural dos jovens, mas de uma
maneira bem divertida, pois eles brincam, dançam, fazem
peças artesanais, amostras culturais, de teatro, etc.

Alvo Certo: Incentiva os jovens na prática de esportes,
como por exemplo, futsal, handebol, basquete, vôlei, etc.

Com esses programas notamos que os jovens e adolescentes
de Barra Nova, antes sem nenhum apoio (tanto
psicológico quanto econômico), hoje têm liberdade de expressão
e uma melhoria na renda, o que, consequentemente,
diminui o índice de uso de drogas, o alcoolismo, gravidez
na adolescencia, doenças sexualmente transmissíveis,
etc., melhorando assim, a qualidade de vida dos jovens e
adolescentes da nossa comunidade.

Valéria e Gleiciane

texto 10: Programas federais de acesso ao ensino superior

Morando no interior e passando dificuldades financeiras,
o jovem, ao concluir o ensino médio, até pouco tempo
atrás via seus sonhos barrados.

Há alguns anos no entanto, surgiram os programas federais:
PROUNI, ENEM, que possibilitam aos jovens se
formar e realizar o sonho de frequentarem uma universidade,
podendo contar com bolsas de estudo e reduzindo
consideravelmente os gastos com mensalidades.

Em Itinga, cidade onde moro, tenho vários exemplos de
jovens que conseguiram realizar esse sonho, através do
PROUNI. Tenho duas sobrinhas das quais uma se formou
em Nutrição e a outra em Odontologia. Por isso acho que é
um programa que está dando certo, embora alguns jovens
já formados que optam por voltar para o vale do Jequitinhonha
esbarrem com a falta de emprego.

Mariete

Texto 11: Mudanças na forma de ensino

Vivemos em uma sociedade que ainda insiste em modelar
os jovens, para que se encaixem num modelo de vida
que, para ela é aquele que deve ser seguido.

Os jovens se sentem presos, muitos saem desse sistema
educacional opressor em busca de sua identidade e são
vistos como rebeldes.

Devemos começar a mudar essa nossa forma de agir, com
relação as pessoas, e isso deve ser feito a partir da educação,
com novas técnicas de ensino que incentivem os estudantes
a ter gosto em ampliar os seu conhecimento.

Os professores devem ser profissionais criativos que respeitem
a identidade e a personalidade de cada aluno; a escola
deve ser um ambiente em que possamos ter liberdade
e direitos iguais.

Falar em mudanças no método de ensino é extremamente
fácil, devemos apena pensar em como conseguir fazer
algo diferente e que dê certo, podemos começar a falar da
inclusão digital, pois muitas escolas ainda não iniciaram
esse processo.

Mudar a maneira de ensino é uma iniciativa que cabe
a cada estudante, devemos fazer a diferença buscando a
melhoria, para que possamos ter um ensino realmente qualificado
e que sempre esteja em constante mudança.

Ataliane

Texto 12: O jovem deve tomar atitude

Antes, lutávamos por liberdade de expressão,
Agora, que a conseguimos conquistar,
São poucos os que a sabem usar,
Pois, para melhorar, é preciso entrar em ação,
Não adianta apenas reclamar, porque tudo será em vão.

O jovem precisa exercer sua cidadania,
Sem se sentir inferior por sua raça, sua cor ou etnia
Precisa acompanhar a sua comunidade,
Ajudando a resolver seus problemas e necessidades.

Fechar os olhos para sociedade,
E viver em um belo sonho profundo?
Ow!, vamos acordar pois somos o futuro do mundo.
Pode ter certeza, isto é verdade.

Está na hora de tomarmos uma atitude,
Seja ela grande ou pequena,
Mas que contagie a juventude
E faça nosso esforço valer a pena.

Pela sociedade, devemos lutar com garra e amor
Nesta escola, hoje somos alunos,
Mas amanhã podemos ser professor.

Pedro